Aprendendo com os obstáculos

Um dia uma pequena abertura apareceu em um casulo. Um homem sentou-se e observou a borboleta por várias horas e pensou: “como ela se esforça para fazer com que seu corpo minúsculo passe através daquele pequeno buraco!”

De repente, o homem percebeu que a borboleta parou de fazer qualquer movimento. Não havia progresso na sua luta. Parecia que já tinha lutado demais e não conseguia vencer o obstáculo.

Então, o homem resolveu ajudá-la. Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta saiu facilmente, mas ele percebeu que seu corpo estava murcho e suas asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque esperava que a qualquer momento as asas se abrissem e, firmando-se, pudessem suportar o peso do corpo. Mas nada aconteceu!

Ao contrário, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com o corpo murcho e as asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar porque o homem, na sua gentileza e vontade de ajudá-la, não compreendeu que era o aperto do casulo que fazia com que a borboleta se esforçasse e assim se fortalecesse para passar por meio da pequenina abertura.

Essa é a forma que Deus utiliza para fazer com que o fluido do corpo da borboleta chegue as suas asas, deixando-as fortes e resistentes o bastante para que possa livrar-se do casulo e voar.

Algumas vezes, o empenho é justamente o que precisamos em nossa vida! Se Deus nos permitisse passar pela vida sem qualquer obstáculo, nos deixaria inacabados. Não iríamos ser tão fortes como somos para suportar os momentos difíceis. Nunca poderíamos voar!


Só lhe tiram a paciência, se você permitir!

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência.
O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo.
Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu
por vencido e retirou-se. Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
O mestre perguntou:

Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita,
a quem pertence o presente?
A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem
os carregava consigo.

A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma.
Só se você permitir…


A paciência é uma virtude!

Tenho a impressão de que as pessoas não sabem mais o que é paciência.

Clientes, colegas de trabalho, chefes e subordinados, todos literalmente “perderam a paciência” e não sabem mais onde encontrá-la. Até nossos melhores amigos parecem tê-la perdido em algum lugar.

Isso sem falar de nossos familiares. Maridos, esposas, filhos, noras, genros, cunhados, primos, tios, todos vivem numa impaciência sem limites. Onde foi parar a paciência das pessoas?

A paciência é uma virtude que não pode ser confundida com a tolerância excessiva, com a aceitação da falta de qualidade, com o não cumprimento do dever.

Uma pessoa paciente não é aquela que aceita tudo. É aquela que tem domínio sobre o seu ser. Tanto é verdade que o contrário da paciência é a ira, a raiva, a falta de controle sobre suas emoções. E os melhores sinônimos da paciência são a serenidade e paz de espírito ou ainda a capacidade de resistência a influências externas e o domínio da própria vontade.

Assim, quando digo que as pessoas estão “perdendo a paciência”, quero dizer que elas estão perdendo o controle sobre si mesmas e perdendo o domínio da própria vontade e se deixando levar pela emoção e não pela razão.

Benjamin Franklin afirmava que “quem tem paciência, obtém o que deseja” e Isaac Newton disse: “Se fiz descobertas valiosas, foi mais por ter paciência do que qualquer outro talento”.

A paciência é, pois, uma virtude que deve ser cultivada pelas pessoas. Ela pressupõe um exercício constante de empatia – ou seja – de se colocar no lugar das outras pessoas.

Requer a humildade para respeitar opiniões alheias mesmo que delas discordando. E para viver com saúde e qualidade nos dias de grande mudança em que vivemos é preciso muita paciência.

Pense nisso. Sucesso!!


Seja livre, tenha Paz, seja Feliz!

O segredo da felicidade está em você calcar dentro de si sua forma de viver, de ser, de se conduzir.

Focar dentro de si mesmo é a sua garantia , pois inúmeras vezes as pessoas, ilusoriamente, alicerçam sua pseudo felicidade sempre no mundo exterior, em diversas formas do ter e com isso, saboreiam a dor do desprazer.

Por isso, caro espírito que evolui na lapidação do teu ser, mergulhe fundo na sua vastidão interior, pois lá, tem Deus te esperando para te acolher e contigo, explodir em luz da realização na completude do ser.

A Felicidade é Paz e Liberdade, nunca pode ser comprada, mas sim, desenvolvida de forma sábia e equilibrada, basta querer!

A felicidade da qual eu falo, não é mera euforia, mas sim a segurança, a certeza, a firmeza, a expressão de um doce e verdadeiro “sorriso” que você lembra de ter dado na infância.

Esteja atento as ações que rotineiramente costuma ter, observe-se mais, procure sentir cada passo que você dá, de forma plenamente consciente, valorize mais essa sua estadia na querida Mãe Terra, esteja mais conectado ao TODO, lembre-se, viver não é apenas sobreviver, viver é abençoar, é integrar-se, é agradecer, é respeitar, é amar… viver é SER!

Sendo assim pratique Ações Nutritivas, alimente seu espírito com energias geradas a partir de atitudes sensatas, todos nós merecemos o melhor, por isso desejo que o seu lindo universo interior esteja repleto de estrelas cintilantes, e que cada uma delas represente um ponto de felicidade conquistada por suas ações do bem, brilhando forte, permeadas pelo Amor Maior!

 


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