Caráter não se compra!

Hoje e todos os dias
Não troco a minha vida por nenhuma outra.
Não pelo o que eu tenho, mas pelo que sou.
Bens materiais, a gente trabalha e consegue, mas caráter, dinheiro nenhum compra!


Todas escolhas tem consequências

A todo instante fazemos escolhas em nossas vidas.

Até mesmo o fato de não escolher, já é uma escolha.

Escolhemos sair ou ficar em casa, escolhemos terminar o trabalho hoje ou deixar para amanhã, se queremos andar com fulano ou ciclano…

Tudo na vida é uma questão de escolha.

O fato é que as escolhas têm consequências. Todas as escolhas têm consequências!

O que precisamos avaliar é que ao decidirmos seguir um caminho, realizar um sonho, conquistar uma meta iremos pagar um preço por isso.

É uma escolha.

Podemos perder algo, mas também podemos ganhar algo.

A dica é que você reflita sobre suas atitudes, procure ser menos impulsivo e perceba que não existe o certo e o errado: tudo é uma questão de valorização pessoal e uma avaliação sobre “o que se ganha e o que se perde com cada escolha que fazemos”.

Não quero aqui, de forma alguma, pregar minha escala de valores, tampouco julgar suas escolhas, apenas alertá-lo que, se estiver consciente das consequências, talvez sua vida comece a ter resultados mais acertados a cada dia.

Lembre-se: Todas as escolhas têm consequências, reflita antes de agir.

E creia: você terá mais liberdade de dizer sim ou não para os eventos de sua vida e com certeza irá se arrepender bem menos de resultados diferentes dos esperados.


Aprender a conviver com o outro…

Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.

Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se e a ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.

Porém – vida ingrata! – os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou de morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.

Mas esta não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a aproximar-se pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. E sobreviveram!

É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!

A vida é a melhor escola! Aqueles porcos-espinhos aprenderam depressa, que, para sobreviverem, era preciso aprender a conviver.

Esta é a moral da história: Viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!


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